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Mostrando postagens com o rótulo Alberto Youssef

Todos os 5 delatores de Vaccari foram poupados por Moro e estão soltos

No  Jornal GGN  - Sergio Moro garantiu regime aberto aos réus colaboradores que ajudaram a condenar João Vaccari Neto em 2015. Ex-tesoureiro do PT foi absolvido em segunda instância por falta de provas correspondentes às delações Jornal GGN – Pedro Barusco, Augusto Mendonça, Eduardo Leite, Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef. Esses cinco delatores da Lava Jato têm algo em comum: todos foram poupados pelo juiz Sergio Moro por terem sido os responsáveis pela condenação de João Vaccari Neto a 15 anos de prisão, em setembro de 2015. Eles estão em regime aberto, graças ao acerto com o Ministério Público Federal, enquanto Vaccari está preso há mais de dois anos em Curitiba, assistindo à proliferação de denúncias contra si. A sentença de Moro foi derrubada em segunda instância nesta terça (27). Por 2 votos a 1, os desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região entenderam que o simbolo da Lava Jato admitiu delação sem provas correspondentes contra Vac...

Moro quer para Cunha a ‘punição exemplar’. Por que não deu para Youssef também?

O Cafezinho - Na coluna de Ancelmo Gois, hoje, no Globo , uma das notas avisa, no título, que “Sérgio Moro não quer, de jeito nenhum, que Eduardo Cunha faça delação”. “Sérgio Moro prefere que Eduardo Cunha, 58 anos, não faça delação premiada”, continua a nota. E o motivo para isso não é “só porque considera que ele tem pouco a acrescentar ao que já se sabe da Lava-Jato.” Moro, segundo Gois, “prefere que o ex-deputado cumpra a pena atual (devem vir outras) em regime fechado até… 2032”. “Nesse caso”, conclui a nota, “a cana dura serviria como exemplo de que, nem sempre, o crime compensa”. Confira também, Fora de controle,  Gilmar Mendes recebe resposta de Herman Benjamin Muito bonito, sim, essa vontade de Moro de manter Cunha na prisão, sem delação, como um exemplo de punição a um criminoso do naipe de Cunha. Só não se entende por que Moro não mostrou o mesmo rigor com Alberto Youssef, com Pedro Barusco, com Paulo Roberto Costa, tão ladrões ou...

Moro solta Youssef que seria condenado a 121 anos de prisão e cumprirá 3 anos em domiciliar

Uma das armas mais potentes contra a reeleição de Dilma Rousseff em 2014, o doleiro Alberto Youssef, pivô da Lava Jato, conseguiu reformular seu acordo de delação premiada no Supremo Tribunal Federal e vai cumprir em sua casa, com autorização e sob as regras de Sergio Moro, os últimos quatro meses que faltam para completar três anos de regime fechado. Sem delação premiada, a somatória das punições pelos crimes praticados por Youssef só na Lava Jato poderiam rende 121 anos e 11 meses de prisão. Com o acordo de cooperação, o doleiro, inicialmente, deveria cumprir 3 anos em regime fechado. Saíra da carceragem da Polícia Federal de Curitiba, por determinação de Moro, em 17 de novembro, com 2 anos e oito meses de prisão para concluir os outros quatro meses em regime domiciliar. Em sua decisão, Moro disse que não há verba para manter Youssef escoltado e, por isso, basta uma tornozeleira eletrônica para monitorar os passos do doleiro. O juiz, que teve de revogar um ac...

124 bilhões de dólares e uma conta chamada “Tucano”

Armando Rodrigues Coelho Neto, GGN Aconteceu na década de 90. US$ 124 bilhões saíram do Brasil através das chamadas contas CC5 . Há quem diga que, na época, nem as reservas brasileiras em moeda americana chegavam a esse total. O banco usado para a roubalheira foi o Banestado e o ralo era Foz do Iguaçu/ PR , cidade onde antes durante ou depois foi trabalhar o tal “ Japonês da Federal ”, que nada tem a ver com a história. Também meio antes, durante ou depois – a essa altura pouco importa, aconteceu a CPI dos Precatórios , que desaguou numa tal Operação Macuco da Polícia Federal , que entrou em cena e descobriu que pelo menos US$ 30 bilhões daquela cifra foram remessas ilegais. Durante as investigações, a Procuradoria da República ia junto aos órgãos oficiais, perguntava uma coisa, respondiam outra. Refazia o pedido e a resposta vinha incompleta. E aí, ela radicalizou: pediu a quebra de sigilo de todas as contas CC-5 do País. Sugiro ao leitor uma visita ao Google ...

Caso Banestado: Senador Requião relembra maior roubo do Brasil

O senador Roberto Requião fez um duro pronunciamento sobre a mãe de todas as corrupções. Não foi mensalão, não foi petrolão. Foi o Banestado. Assista e compartilhe o vídeo completo da denúncia: (Na época, a imprensa não dava apelido com "ão", não fazia infográficos, charges, não fazia campanha). Os desvios chegaram a mais de US$ 124 bilhões, ou quase R$ 500 bilhões. Calculem aí quem souber o quanto isso significaria hoje, contabilizando a inflação. O próprio Requião lembra que o valor correspondia a bem mais do que as reservas internacionais do Brasil. É um escândalo totalmente tucano, mas nenhum tucano foi preso. O juiz do caso foi Sergio Moro, alguns procuradores eram os mesmos da Lava Jato. Não fizeram nada. Moro soltou Youssef, o principal doleiro do escândalo, e Youssef voltou a roubar.

Depois de servir ao golpe costurado pela Lava Jato e mídia, Youssef é solto

Principais ladrões da Petrobras já estão todos soltos, após cumprirem acordo de devastar PT, Petrobras, empresas estratégicas e ajudarem a derrubar o governo eleito. Em Folha de São Paulo Contribuição de Youssef para devastar PT foi substanciosa, à altura de pacto Por Jânio de Freitas É um homem rico. Especialista em lidar com dinheiro alto, próprio e alheio, na obscuridade de canais secretos, é natural o seu silêncio sobre a dimensão da sua riqueza. Os indícios são suficientes. E a verdade é que ninguém cuidou de identificá-la, em um pacto de interesses entre quem deveria fazê-lo e aquela espécie de Ali Babá que tem atuado, ao longo da vida, com muitas vezes mais do que os 40 da lenda de seus antepassados. Esse homem rico teria muito o que contar, até para que o Brasil colaborasse com esforços de países mais sérios sobre a especialidade do nosso herói. Mais não disse nem lhe foi perguntado, no entanto, além da missão de um só alvo que seus inquiridores se deram. Ou receberam, de den...

A história do juiz Sergio Moro com o doleiro Alberto Youssef abafada pela mídia

Moro e Youssef: personagens de uma longa história por Paulo Muzell, no Sul21 Os dois são paranaenses, quarentões. Sérgio Moro de Maringá, Alberto Youssef de Londrina. O primeiro vem de uma família de classe média alta, filho de professor universitário, formou-se cedo em direito, fez pós-graduação, tornou-se juiz federal, estudou no exterior.  O segundo, o Youssef não teve a mesma sorte. Filho de imigrantes libaneses pobres, aos nove anos já vendia pastéis nas ruas de Londrina. Muito esperto, ainda guri, pré-adolescente, já era um ativo sacoleiro. Precoce, antes de completar 18 anos já pilotava monoplanos o que lhe possibilitou uma mudança de escala, um considerável avanço nas suas atividades de contrabandista e doleiro. Com menos de trinta anos tornara-se um bem sucedido “homem de negócios”, dono de poderosa casa de câmbio, especialista em lavagem de dinheiro e remessa ilegal de dólares para o exterior. Em meados dos anos noventa operava em grande escala repassando recurso...