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Mostrando postagens com o rótulo Banestado

Moro quer para Cunha a ‘punição exemplar’. Por que não deu para Youssef também?

O Cafezinho - Na coluna de Ancelmo Gois, hoje, no Globo , uma das notas avisa, no título, que “Sérgio Moro não quer, de jeito nenhum, que Eduardo Cunha faça delação”. “Sérgio Moro prefere que Eduardo Cunha, 58 anos, não faça delação premiada”, continua a nota. E o motivo para isso não é “só porque considera que ele tem pouco a acrescentar ao que já se sabe da Lava-Jato.” Moro, segundo Gois, “prefere que o ex-deputado cumpra a pena atual (devem vir outras) em regime fechado até… 2032”. “Nesse caso”, conclui a nota, “a cana dura serviria como exemplo de que, nem sempre, o crime compensa”. Confira também, Fora de controle,  Gilmar Mendes recebe resposta de Herman Benjamin Muito bonito, sim, essa vontade de Moro de manter Cunha na prisão, sem delação, como um exemplo de punição a um criminoso do naipe de Cunha. Só não se entende por que Moro não mostrou o mesmo rigor com Alberto Youssef, com Pedro Barusco, com Paulo Roberto Costa, tão ladrões ou...

Mais de US$124 bilhões desviados no Banestado, passando por contas no exterior, adivinha o juiz?

Bilhões de dólares e uma conta chamada tucano - Por Armando Rodrigues Coelho Neto Aconteceu na década de 90. US$ 124 bilhões saíram do Brasil através das chamadas contas CC5. Há quem diga que, na época, nem as reservas brasileiras em moeda americana chegavam a esse total. O banco usado para a roubalheira foi o Banestado e o ralo era Foz do Iguaçu/PR, cidade onde antes durante ou depois foi trabalhar o tal “Japonês da Federal”, que nada tem a ver com a história. Também meio antes, durante ou depois – a essa altura pouco importa, aconteceu a CPI dos Precatórios, que desaguou numa tal Operação Macuco da Polícia Federal, que entrou em cena e descobriu que pelo menos US$ 30 bilhões daquela cifra foram remessas ilegais. Confira também, Fora de controle,  Gilmar Mendes recebe resposta de Herman Benjamin Durante as investigações, a Procuradoria da República ia junto aos órgãos oficiais, perguntava uma coisa, respondiam outra. Refazia o pedido e a respo...

Moro também teve “coração generoso” com os tucanos graúdos da corrupção do Banestado

Bilhões de dólares e uma conta chamada tucano - Por Armando Rodrigues Coelho Neto Aconteceu na década de 90. US$ 124 bilhões saíram do Brasil através das chamadas contas CC5. Há quem diga que, na época, nem as reservas brasileiras em moeda americana chegavam a esse total. O banco usado para a roubalheira foi o Banestado e o ralo era Foz do Iguaçu/PR, cidade onde antes durante ou depois foi trabalhar o tal “Japonês da Federal”, que nada tem a ver com a história. Também meio antes, durante ou depois – a essa altura pouco importa, aconteceu a CPI dos Precatórios, que desaguou numa tal Operação Macuco da Polícia Federal, que entrou em cena e descobriu que pelo menos US$ 30 bilhões daquela cifra foram remessas ilegais. Durante as investigações, a Procuradoria da República ia junto aos órgãos oficiais, perguntava uma coisa, respondiam outra. Refazia o pedido e a resposta vinha incompleta. E aí, ela radicalizou: pediu a quebra de sigilo de todas as contas CC-5 do País....

124 bilhões de dólares e uma conta chamada “Tucano”

Armando Rodrigues Coelho Neto, GGN Aconteceu na década de 90. US$ 124 bilhões saíram do Brasil através das chamadas contas CC5 . Há quem diga que, na época, nem as reservas brasileiras em moeda americana chegavam a esse total. O banco usado para a roubalheira foi o Banestado e o ralo era Foz do Iguaçu/ PR , cidade onde antes durante ou depois foi trabalhar o tal “ Japonês da Federal ”, que nada tem a ver com a história. Também meio antes, durante ou depois – a essa altura pouco importa, aconteceu a CPI dos Precatórios , que desaguou numa tal Operação Macuco da Polícia Federal , que entrou em cena e descobriu que pelo menos US$ 30 bilhões daquela cifra foram remessas ilegais. Durante as investigações, a Procuradoria da República ia junto aos órgãos oficiais, perguntava uma coisa, respondiam outra. Refazia o pedido e a resposta vinha incompleta. E aí, ela radicalizou: pediu a quebra de sigilo de todas as contas CC-5 do País. Sugiro ao leitor uma visita ao Google ...

Caso Banestado: Senador Requião relembra maior roubo do Brasil

O senador Roberto Requião fez um duro pronunciamento sobre a mãe de todas as corrupções. Não foi mensalão, não foi petrolão. Foi o Banestado. Assista e compartilhe o vídeo completo da denúncia: (Na época, a imprensa não dava apelido com "ão", não fazia infográficos, charges, não fazia campanha). Os desvios chegaram a mais de US$ 124 bilhões, ou quase R$ 500 bilhões. Calculem aí quem souber o quanto isso significaria hoje, contabilizando a inflação. O próprio Requião lembra que o valor correspondia a bem mais do que as reservas internacionais do Brasil. É um escândalo totalmente tucano, mas nenhum tucano foi preso. O juiz do caso foi Sergio Moro, alguns procuradores eram os mesmos da Lava Jato. Não fizeram nada. Moro soltou Youssef, o principal doleiro do escândalo, e Youssef voltou a roubar.

Escândalo do Banestado: mais de U$ 120 bilhões enviados ilegalmente para o exterior. Moro anulou a sentença e absolveu todo mundo

Bilhões de dólares e uma conta chamada tucano por Armando Rodrigues Coelho Neto Aconteceu na década de 90. US$ 124 bilhões saíram do Brasil através das chamadas contas CC5. Há quem diga que, na época, nem as reservas brasileiras em moeda americana chegavam a esse total. O banco usado para a roubalheira foi o Banestado e o ralo era Foz do Iguaçu/PR, cidade onde antes durante ou depois foi trabalhar o tal “Japonês da Federal”, que nada tem a ver com a história. Também meio antes, durante ou depois – a essa altura pouco importa, aconteceu a CPI dos Precatórios, que desaguou numa tal Operação Macuco da Polícia Federal, que entrou em cena e descobriu que pelo menos US$ 30 bilhões daquela cifra foram remessas ilegais. Durante as investigações, a Procuradoria da República ia junto aos órgãos oficiais, perguntava uma coisa, respondiam outra. Refazia o pedido e a resposta vinha incompleta. E aí, ela radicalizou: pediu a quebra de sigilo de todas as contas CC-5 do País. Sugiro ao leit...

Um dos agressores de Sabatella é filho de envolvido no escândalo do Banestado

Revista Fórum - Um dos agressores da atriz Letícia Sabatella na manifestação em Curitiba no último domingo (31) foi identificado: Gustavo Abagge. Ele é um dos que bradava “contra a corrupção” no protesto da direita e que chamou a atriz de “puta” e a mandou para Cuba . Depois que Abagge foi reconhecido, o jornalista Bob Fernandes divulgou uma informação que vem repercutindo com força nas redes sociais: o sujeito é filho de Nicolau Elias Abagge, presidente do Banestado em 1998, época do desfalque bilionário de sonegação que foi noticiado pela Carta Capital em edição extra, na época, como “a maior lavagem de dinheiro do mundo”. O caso foi arquivado pelo juiz Sérgio Moro na época e ninguém foi preso. Ao pai do agressor de Sabatella, a pena sugerida foi de dez anos de prisão. Confira, abaixo, a íntegra da postagem de Bob Fernandes sobre o caso. “Leio que Gustavo Abagge é o cara que chamou Leticia Sabatella de “puta” na manifestação de Curitiba. Gustavo seria filho de Nicolau Elias Abag...